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O meu retrato, pintado pelo famoso retratista Americano, 

Stephen Bennett

 

My portrait by the famous American portrait painter,

Stephen Bennett 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AS MINHAS PINTURAS

 

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Exposição de Pintura realizada na Galeria Aires de Córdoba, na Cidade de Córdoba, Espanha, 

A crítica da Associação Espanhola de

Críticos de Arte (AECA)  

Hugo Seia

A necessidade de sentir emoções

 

 

 

Experimento uma emoção especial ao descobrir a pintura de Hugo Seia. Nem sempre me é fácil encontrar a conexão adequada entre a minha própria experiência emocional e a do artista em questão. Sobre esta capacidade do homem para experientar os sentimentos que outrem experiencia, se fundamenta a forma de actividade que se chama “arte”.

 

Dizia Leão Tolstoi que: “Há arte quando um homem, tendo experienciado medo ou desejo, na realidade ou imaginariamente, expõe os seus sentimentos na tela ou no mármore, de modo a que os faça apreender por outros. Há arte se um homem sente ou crê sentir emoções de alegria, de tristeza, de desespero, valor ou abatimento, e se consegue transmitir essas emoções a outros, permitindo-lhes sentir o que ele sentiu”.

 

Uma pessoa pode sentir uma emoção perante um determinado estímulo; por exemplo, pode sentir medo pela presença de uma fera; ou prazer ao descobrir a beleza da vida selvagem na savana africana; pode evocar as ditas emoções, descrever a sua experiência, o contexto envolvente, a perfídia, a perseguição do predador, a fuga do perseguido, o estado de espírito em que se achava, os seus movimentos… Ao transcrever essas emoções para palavras ou para tela, o seu relato transformar-se-á em arte se, de novo, reviver os sentimentos que experimentou e se os seus ouvintes ou observadores, subjugados pela dita representação, experimentarem uma sensação análoga, independentemente de terem visto a fera.

 

As pinturas do Hugo transvasam o umbral do meramente expositivo, isto é, constituem esse caudal de emoções que nos fazem participantes das mesmas, alimentando e cultivando as nossas emoções. A sua arte é o reflexo de vivências suas, das suas representações costumeiras, impregnadas de cromatismo e ênfase cénico. Reproduções quase fotográficas de uma realidade que emana da ânsia de buscar o prazer de rememorar a singularidade de momentos concretos; também a sua vontade de dar a conhecer a intensidade do momento e a insistência em reflectir a ardente necessidade do fugaz, do quotidiano, o presente mais imediato que passa sem dar tréguas, de maneira espontânea, com a harmonia ou a crueza que lhe transfere a natureza para lá da dolorosa realidade da existência.

 

A suas obras são o resultado de uma necessidade. A necessidade de expressar as suas vivências, o amor de uma pessoa em relação a um habitat, a uma vida de estreita vinculação com a aventura africana. Em jeito de safari, avançamos nos meandros da vida da fauna da savana. Cenas delicadas em algumas ocasiões e carregadas de acção em outras, típicas da realidade natural de sobrevivência no “ciclo da vida”. A sua pintura reflecte essas cenas próprias dos documentários televisivos, mas que ele recriou como participante directo dessa realidade natural. As suas vivências na natureza africana apaixonam-no e inspiram-no artisticamente e ele no las oferece em suas telas, de maneira magistral, com uma técnica a óleo colorida e altamente apurada. 

 

O crítico analisa o que vê na tela, a sua vocação orienta-o para reconstruir sob uma perspectiva diferente da traçada pelo autor. Intenta irromper no interior do coração do artista e apropriar-se da sua identidade criadora, e este, generosamente, em comunhão artística com a sua obra e com a sua vida, outorga-lhe, através da sua criação, uma nova oportunidade de sentir.

 

 

Daniel Arenas

Asociación Española de Críticos de Arte (AECA)

 

Retrato de Maria Alice, do excelente pintor Potuguês, 

Helder Fernandes

 

Maria Alice's portrait, by the excellent Portuguese portrait painter,

Helder Fernandes

 

MY PAINTINGS

 

NEWS ABOUT

RECENT EVENTS

 

 

Painting Show in Córdoba City, Spain, at the Aires de Córdoba Gallery

HUGO SEIA

La necesidad de sentir emociones

 

Experimento una emoción especial al descubrir las pinturas de Hugo. No siempre me resulta fácil encontrar la conexión adecuada entre mi propia experiencia emocional y la del artista en cuestión. Sobre esta aptitud del hombre para experimentar los sentimientos que percibe otro, está fundada la forma de actividad que se llama “arte”.

 

Decía León Tolstoi que: “Arte hay cuando un hombre, habiendo experimentado miedo o deseo, en realidad o imaginativamente, expone sus sentimientos en la tela o en el mármol, de modo que los haga advertir por otros. Arte hay si un hombre siente o cree sentir emociones de alegría, de tristeza, desesperación, valor o abatimiento, así como la transmisión de una de esas emociones a otros, que permitan a otros sentir lo que él sintió”.

 

Una persona puede percibir una emoción ante un determinado estímulo, por ejemplo, puede sentir miedo por la presencia de una fiera salvaje; o placer al descubrir la belleza de la vida faunística de la sabana africana; puede evocar dichas emociones, describir su experiencia, la escena que le rodea, la perfidia, el acecho del depredador, la huida del depredado, el estado en el que se hallaba su espíritu, sus movimientos… Su relato se transformará en arte si al transcribir esas emociones a palabras o al lienzo, se pasa de nuevo por los sentimientos que experimentó, y sus oyentes u observadores, subyugados por dicha representación experimentan una sensación análoga, independientemente de si el sujeto vio jamás a la fiera salvaje.

 

Las pinturas de Hugo trasvasan el umbral de lo meramente expositivo, esto es, constituyen ese caudal de emociones que nos hacen partícipes de las mismas, alimentando y cultivando las nuestras. Su arte es el reflejo de sus vivencias, son representaciones costumbristas preñadas de cromatismo y énfasis escénico. Reproducciones casi fotográficas de una realidad que dimana del afán de buscar el placer de rememorar la singularidad de momentos concretos; también su voluntad de dar a conocer la intensidad del instante, y la insistencia en reflejar la ardiente necesidad de lo fugaz, de lo cotidiano, el presente más inmediato que pasa sin dar tregua, de manera espontánea, con la armonía o la crudeza que le transfiere la naturaleza tras la desgarradora realidad de la existencia.

 

Sus obras son el resultado de una necesidad. La necesidad de expresar sus vivencias, el amor de una persona ligada a un hábitat, a una vida de estrecha vinculación con la aventura africana. A modo de safari nos adentramos en los entresijos de la vida faunística de la sabana. Escenas apacibles en ocasiones y cargadas de acción en otras, propias de la realidad natural de supervivencia en el “ciclo de la vida”. Su pintura refleja esas escenas propias de los documentales televisivos pero que él ha recreado siendo partícipe directo de dicha realidad natural. Sus vivencias le apasionan e inspiran artísticamente y nos las ofrece en sus lienzos representándolas de manera magistral con una técnica al óleo colorista muy depurada. 

 

El crítico analiza lo que ve en el lienzo, su vocación le orienta para desgranar desde otra perspectiva la trazada del autor. Intenta irrumpir en el interior del corazón del artista y contagiarse de su identidad creadora, y éste, todo generoso, y en comunión artística con su obra y con su vida, le otorga, a través de su creación, una nueva oportunidad de sentir.

 

Daniel Arenas

De la Asociación Española de Críticos de Arte (AECA)

The "Asociación Española de

Críticos de Arte  (AECA)"  critique

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

... A EDITAR BREVEMENTE O TEXTO EM INGLÊS 

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... ENGLISH TEXT WILL SOON BE EDITED...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOTÍCIAS SOBRE A DOAÇÃO DE UM QUADRO AO MUSEU "MACAM" DA CIDADE ESPANHOLA DE CÓRDOBA

 

NEWS ABOUT A PAINTING DONATION FOR THE "MACAM" MUSEUM OF THE SPANISH CITY OF CORDOBA

 

 

Quadro doado pelo autor ao Museu MACAM da Cidade de Córdoba, em Espanha  

Painting donated by the author to the Córdoba MACAM  Museum   

PINTURA A ÓLEO SOBRE TELA

 

QUADROS DISPONÍVEIS

 

(Por favor contactar para obter informação detalhada) 

OIL PAINTINGS ON CANVAS

 

AVAILABLE PAINTINGS


(Please contact for further information)

MANHÃ CEDO / EARLY MORNING

Elefante - Elephant

60x80 cm

MADRUGADA / DAYBREAK

Gnu Azul - Blue Wildebeest

60x80 cm

MAU ENCONTRO / BAD MEETING

Búfalo Negro e Leão - Black Buffalo and Lion

60x80 cm

MACHO SOLITÁRIO / SINGLE BULL

Elefante - Elephant

60x80 cm

ARMAZÉM DE MARFIM / IVORY STORE

Elefante - Elephant

60x80 cm

NO BANHO / BATHING

Elefante - Elephant

60x80 cm

PERSEGUIÇÃO / PURSUIT

Chita e Impala - Cheetah and Impala 

60x70 cm 

GARANHÕES - STALLIONS

Zebra de Brurchell - Burchell's Zebra

50x70 cm 

 

PRIMEIRAS CHUVAS - FIRST RAIN

Elefante e Garça - Elephant and Egret

65X81 cm 

ZEBRAS POEIRENTAS - DUSTY ZEBRA

Zebra de Burchel - Burchell's Zebra

 60x80 cm 

QUASE DE NOITE - JUST DARK

Rinocenronte Negro - Black Rhino

 60x80 cm 

PRIMEIRA LUZ - FIRST LIGHT

Búfalo Negro e Garça - Black Buffalo and Egret

 60x76 cm 

PRENÚNCIO DE TEMPESTADE - STORM WARNING

Elefante e Zebra de Burchel - Elephant and Burchell's Zebra

 60x80 cm 

À SOMBRA - UNDER THE SHADE

Búfalo Negro - Black Buffalo

 60x80 cm 

FIM DO DIA - THE END OF THE DAY

Elefante e Garça - Elephant and Egret

 65x81 cm 

ONGWE - ONGWE

Leopardo - Leopard

 65x81 cm 

ONDUMDA, O REI - ONDUMBA, THE KING

Leão - Lion

70X50 cm 

HORA PARA CAÇAR - HUNTING TIME

Leão - Lion

47X55 cm 

NO PÃNTANO - IN THE SWAMP

Búfalo Nrgro - Black Buffalo

80X60 cm 

PINTURA A ÓLEO SOBRE TELA 

 

QUADROS NÃO DISPONÍVEIS

OIL PAINTINGS ON CANVAS

 

 

NOT AVAILABLE PAINTINGS

RETRATOS A ÓLEO SOBRE TELA

(Por favor contactar para obter informação detalhada)

 

OIL ON CANVAS

               PORTRAITS

(Please contact for further information)

 

Sara, a minha neta

Sara, my grand-daughter

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